Ultimamente tenho visto que uma pergunta tem sido recorrente em minhas exposições sobre Secretaria Acadêmica Digital:
- A secretária(o) acadêmica(o) deve usar um certificado digital ICP-Brasil?
A princípio ou de bate pronto a resposta que me vem a cabeça é não. Mas pensando um pouco mais, tendo em vista as especificidades dos documentos tratados dentro de uma Secretaria Acadêmica, ainda, pensando em um respaldo maior para a Instituição, a resposta mudaria para sim.
Além de apresentar um baixo custo, os benefícios de se utilizar um certificado digital ICP-Brasil para envelopar os documentos emitidos e trabalhados dentro de uma Secretaria Acadêmica se mostram enormes.
Dessa forma, o melhor modelo é uma mescla de certificados digitais, sendo parte emitidos por uma autoridade certificadora própria com certificados emitidos pela ICP-Brasil (Infra estrutura de Chaves Públicas Brasileira).
Essa mistura tem viabilizado muitos projetos dentro de Instituições de Ensino Brasileiras. Tudo porque um certificado ICP-Brasil possui um custo de geração infinitamente maior que um certificado digital gerado por uma autoridade certificadora própria, criada dentro da Instituição.
Mas o que temos que ter sempre em mente é a diferença existe entre os certificados (emitidos pela ICP-Brasil e não emitidos pela ICP-Brasil). Essa diferença é rasa e clara no artigo 10º da MP 2.200-2/01.
Enquanto um certificado ICP-Brasil tem aceite garantido por lei, os certificados não ICP-Brasil tem seu aceite como uma faculdade dada as partes envolvidas no processo.
Logo, temos como entender o porque de se utilizar um certificado ICP-Brasil para envelopar os documentos de uma Secretaria Acadêmica. Esse resguardo se faz pelo simples fato de que alguns de nossos documentos tem seu destino extramuros da Instituição, relacionando-se com outras organizações.
Um abraço a todos, Tiago Muriel.
26/04/2011
29/03/2011
As IES a Reboque.
Ontem estive em um hospital em Belo Horizonte e pude verificar toda evolução tecnologia implantada na área da saúde.
Logo na entrada percebi que o velho crachá havia se transformado em uma etiqueta com um código de barras. Sistema simples é eficaz na identificação de prioridades e acessibilidade.
Em todo lugar existe uma mensagem de sustentabilidade, que me chamou a atenção e fez com que minha curiosidade me obrigasse a acessar o sítio do hospital.
Logo na primeira ordem pude perceber que a política do digital estava implementada inclusive nos prontuários dos pacientes. Prontuário eletrônico é prontuário disponível a todos, a qualquer tempo e lugar.
Até quando as nossas IES vão andar a reboque no quesito tecnologia?
Nossos “prontuários” diferentemente da área da saúde já tem autorização para serem eletrônicos desde 1990 e até hoje as IES engatinham nesse quesito... é triste, mas é a nossa realidade.
Para aqueles que desejarem conhecer o projeto do hospital acessem http://www.feliciorocho.org.br/hfr08/index.php?option=com_content&task=view&id=619&Itemid=1.
Um abraço a todos, Tiago Muriel.
Logo na entrada percebi que o velho crachá havia se transformado em uma etiqueta com um código de barras. Sistema simples é eficaz na identificação de prioridades e acessibilidade.
Em todo lugar existe uma mensagem de sustentabilidade, que me chamou a atenção e fez com que minha curiosidade me obrigasse a acessar o sítio do hospital.
Logo na primeira ordem pude perceber que a política do digital estava implementada inclusive nos prontuários dos pacientes. Prontuário eletrônico é prontuário disponível a todos, a qualquer tempo e lugar.
Até quando as nossas IES vão andar a reboque no quesito tecnologia?
Nossos “prontuários” diferentemente da área da saúde já tem autorização para serem eletrônicos desde 1990 e até hoje as IES engatinham nesse quesito... é triste, mas é a nossa realidade.
Para aqueles que desejarem conhecer o projeto do hospital acessem http://www.feliciorocho.org.br/hfr08/index.php?option=com_content&task=view&id=619&Itemid=1.
Um abraço a todos, Tiago Muriel.
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